A tal indecisão de todos

A TAL INDECISÃO: AFINAL, O QUE QUEREMOS DA VIDA?

Ah, a tal da indecisão.

Você é daquele tipo que vive num dilema? Eu confesso que tenho esse problema.

Não sei se caso ou se compro uma bicicleta. Se estudo Publicidade ou Cinema. Sabe, sempre gostei de fotografia, também. Aliás, recentemente fiz um curso nessa área, e descobri que adoro jornalismo.

A tal da indecisão nunca me incomodou diretamente, mas sempre foi minha companheira. Desde a hora de escolher o sabor do chiclete no mercado, até decidir o que fazer da vida.

Sempre tive esse medo de não fazer o que eu realmente gosto e acabar me tornando uma pessoa frustrada e infeliz. Então, nessa ânsia de não saber o que fazer, acabo não fazendo nada.

No início eu achava que a dúvida ou a indecisão era o pior dos meus problemas. Até descobrir, após uma conversa com um amigo muito querido, que o meu problema sempre foi mais a necessidade de aceitação das pessoas do que a dúvida propriamente dita.


Nem preciso dizer que aceitação é uma coisa relativa, né? Nem sempre o que é certo para mim, vai parecer certo para os outros. Na verdade, geralmente é o contrário. Tudo o que parece certo pra gente, na maioria das vezes, é o fim do mundo para as outras pessoas.

Aquela dos 30

Aí o tempo passa, e o tal prazo de validade começa a dar o ar da graça. A gente começa a se enxergar na beira dos 30, e o desespero de não ter feito nada e a necessidade de fazer alguma coisa – qualquer coisa, começa a aparecer.

Escolher uma carreira deveria ser algo fácil. Muitas coisas deveriam ser fáceis, mas não são. Acho que é bem como dizem, tudo que vem fácil, vai fácil, ou tudo que é fácil demais não tem muita graça… Se não é isso, é algo parecido. 

A intenção desse texto, na real, é dizer para os indecisos tanto quanto eu, que não se deixem levar pela necessidade de aceitação de qualquer pessoa que seja. Faça o que te faz feliz. Sejam quem vocês querem ser. No momento que a gente assume essa postura, tudo começa a ficar mais fácil e mais claro. 

Não desista


Em alguns casos, como o meu por exemplo, que amo o cinema (e que no momento está meio distante da minha realidade), é necessário um plano B, no caso, o Marketing, que surgiu na minha vida em 2015, e foi tomando conta. Aí sabe como é, a gente usa o plano alternativo como meio pra alcançar o objetivo principal. E, às vezes, como no meu caso novamente, o plano B acabe virando o plano A.

O segredo é saber o que você ama, e o que você quer fazer. Depois traçar a melhor estratégia de como chegar lá. 

Apenas não desista e não se anule. Se você quiser de verdade, você consegue.

1 comentário

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